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Andréa Beltrão diz frequentar Narcóticos Anônimos

Atriz explica que a dependência química teve início com a morte de seu irmão

Thamirys Andrade - 13/12/2021 14h19 | atualizado em 13/12/2021 15h58

Andréa Beltrão
Andréa Beltrão Foto: Reprodução / Youtube / Revista do Cinema BR

A atriz da Rede Globo Andréa Beltrão revelou que voltou a frequentar o Narcóticos Anônimos há três anos com o objetivo de conter seus “exageros”. De acordo com a artista, a dependência química começou após a morte do irmão, há 20 anos. As informações são do jornal Extra.

– Ainda frequento o Narcóticos Anônimos. Voltei há três anos. Me ajudou muito. Minha análise também tratou desse assunto. Sou exagerada. Quero chupar a vida até o caroço, viver muito. Isso é bom e, às vezes, atrapalha. No caso do álcool, começou a ficar pesado o meu dia seguinte – explicou a atriz, que interpreta a personagem Rebeca, da novela Um Lugar ao Sol.

De acordo com a artista, ela não tem ingerido álcool e já não sente mais necessidade de bebida para aproveitar a vida. Ela, porém, diz não usar sua história para “valorar nem criticar nada nem ninguém”, tampouco os filhos.

– A primeira vez que fui para o NA, tinha 20 e poucos e fiquei anos. Muitas coisas aconteceram. Meu irmão morreu, minha avó [também]. Voltei [a beber] socialmente, mas com minha voracidade não dá. Agora, estou muito bem. Não preciso de nada. Fico legal em qualquer situação, vou a qualquer lugar, sou a primeira a entrar na pista de dança e a última a sair. A minha questão é só minha. Não [a] uso para valorar nem criticar nada nem ninguém. Nem com os meus filhos. O que digo a eles é o que sei, mas não é “olha como foi com a mamãe”. Deus me livre! As vidas são diferentes.

Ainda na entrevista, Beltrão relembrou a perda do irmão, vítima de um aneurisma. Segundo ela, tal sofrimento nunca será apaziguado.

– Artur era a minha vida, mas era muito mais a da minha mãe. Só quando se tem filhos a gente entende a dimensão disso. Desejei demais esse irmão. Ele veio quando eu tinha 11 anos. Eu ajudava minha mãe a cuidar. Ele teve um aneurisma. Foi quando aprendi o verbo estar. Não há garantias, nada é seguro. Comecei a trabalhar dentro de mim a finitude na carne. Fiquei atenta. Ele está comigo até hoje. Não sai de mim. É meu irmão, tio dos meus filhos. Eles sabem que é uma dor imensa para mim e para a minha mãe. Nunca haverá um apaziguamento desse sofrimento – lamentou.

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