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Malafaia critica o ‘ativismo gay’ após Adele ser chamada de transfóbica por dizer que ama ser mulher

Pastor deu parabéns à cantora por suas declarações

Henrique Gimenes - 15/02/2022 14h44 | atualizado em 15/02/2022 15h53

Pastor Silas Malafaia Foto: Foto: Reprodução/Vídeo de Silas Malafaia

Na semana passada, a cantora Adele virou alvo de críticas por parte de ativistas dos direitos transgêneros e feministas após dizer que ama ser mulher, ao receber um prêmio em Londres. Diante do episódio, o pastor Silas Malafaia disse as críticas em cima da artista partiram do “ativismo gay” e criticou o chamado “patrulhamento ideológico”.

A fala de Adele ocorreu durante o Brit Awards 2022, entregue em Londres. A premiação decidiu excluir a distinção entre cantoras e cantores e criou a categoria Melhor Artista, uma fusão entre os antigos prêmios Melhor Artista Feminino e Melhor Artista Masculino.

O objetivo é incluir aqueles que não se identificam com nenhum dos dois gêneros, a exemplo de Sam Smith, que já levou o prêmio e declarou ser uma pessoa não binária. Em seu discurso, Adele, no entanto, reconheceu as motivações da criação da categoria, mas reafirmou ter orgulho de seu gênero.

– Eu entendo por que o nome desse prêmio mudou, mas eu realmente amo ser mulher e ser uma artista feminina. Amo mesmo! – declarou a britânica de 33 anos.

Diante das críticas recebidas pela artistas, Malafaia decidiu comentar o episódio.

– Estamos vivendo um patrulhamento ideológico igual ao do nazismo, fascismo, comunismo e de ditadores – apontou.

O pastor então lembrou que denuncia o chamado ativismo gay há mais de 20 anos.

– Querer patrulhar alguém por suas falas? Desde 1995, eu denuncio o ativismo gay. Eles não estão preocupados em defender suas práticas sexuais. Eles querem impor à sociedade o seu modelo de vida e querem impedir qualquer liberdade de expressão contra o ativismo deles – destacou.

Por fim, o pastor parabenizou Adele por suas declarações.

– Qual é o crime? Agora Adele é transfóbica. Palhaçada! Qual o problema em dizer “eu amo ser mulher”? […] Isso é o controle do pensamento do marxismo cultural. Uma vergonha. Parabéns, Adele! – afirmou.

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