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Fã idosa de Anitta processa a cantora após ser alvo de chacota

Maria Ilza alega que virou alvo de zombaria após documentário sobre a artista narrar que ela teria invadido a casa da cantora

Paulo Moura - 14/01/2021 11h28 | atualizado em 14/01/2021 12h51

Fã idosa de Anitta processou a cantora após ser ridicularizada Foto: Reprodução

Uma fã idosa da Anitta, que aparece em um dos episódios do documentário da cantora na Netflix, entrou com uma ação judicial contra a cantora e a plataforma de streaming. No processo, os advogados de Dona Maria Ilza de Azevedo afirmam que ela estava internada no CTI de um hospital, por conta da Covid-19, e que soube que sua imagem estaria sendo veiculada na série documental Anitta – Made in Honorio, após receber ligações de parentes e vizinhos.

De acordo com os defensores, os contatos com Maria Ilza, em sua maioria, eram com teor de chacota sobre a aparição dela no vídeo; e alguns, inclusive, teriam questionado sua sanidade mental. Os advogados ainda dizem que o episódio da série, em que ela aparece na sala da Anitta, faz parecer que ela foi até o local sem a autorização da artista, em uma mensagem subliminar de que ela seria uma intrusa, algo que não seria condizente com a verdade, pois a entrada, segundo os advogados, foi autorizada.

– Para piorar, a atitude nefasta, covarde, mesquinha, das rés (Anitta e Netflix) acaba criando um mal-estar na equipe de produção, que discute uma suposta falha na segurança em relação à presença da Autora (Maria Ilza) – diz um trecho dos argumentos da inicial, que ainda afirma que a participação dela não teve direito do uso de imagem da mesma.

Os advogados também destacaram que, mesmo internada, dona Maria virou a atração do hospital e passou a ser motivo de gargalhadas, o que causou grande abalo psicológico justamente quando ela precisaria de calma e serenidade devido à internação.

Como o processo foi ajuizado no plantão noturno do recesso do judiciário, em 18 de dezembro, o juiz decidiu, em liminar, que não havia motivo para apreciação da ação de dona Maria Ilza em caráter urgente. Além disso, o magistrado negou, no dia 19, o pedido de retirada do documentário do ar. Por fim, no dia 24 de dezembro, dona Ilza desistiu da ação alegando “um erro material na qualificação da autora, pois seu endereço encontra-se localizado na cidade de Macaé”. Apesar da desistência, a ação ainda não foi extinta.

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