Bieber faz reflexões de Natal: ‘Não sou produto, sou filho de Deus’
Cantor citou a Bíblia ao falar sobre dor, restauração e indústria musical
Thamirys Andrade - 25/12/2025 15h40 | atualizado em 26/12/2025 14h00

O cantor Justin Bieber publicou uma série de reflexões neste Natal. Nas postagens feitas, via Instagram, o artista afirmou ter compreendido, através de Jesus, que ele não é um “produto” ou o que a “indústria exigia”, mas sim um “filho de Deus”.
– Cresci dentro de um sistema que tirou mais do que protegeu. Essa dor foi real, mas não me define mais. Jesus me define. “Por suas feridas fomos curados” (Isaías 53:5). Não algum dia. Não depois. Agora. Não estou falando como uma vítima que ainda sangra, estou falando como alguém restaurado. “Se o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (João 8:36). Porque estou curado, posso perdoar. Não para fingir que a injustiça não aconteceu, mas para que ela não continue vivendo através de mim – escreveu o cantor, em uma das publicações.
No desabafo, Justin afirmou ter crescido em um sistema que recompensava seu talento, mas nem sempre protegia sua alma. Ele confessou ter se sentido “usado, pressionado, moldado em algo” que não escolheu completamente.
– Esse tipo de pressão deixa feridas que não se veem no palco. Carreguei raiva. Perguntei a Deus por quê. Mas Jesus continua me encontrando em meio à dor, não desculpando o que me machucou, mas me ensinando a não me tornar amargo. “Ele cura os de coração quebrantado e lhes sara as feridas” (Salmo 147:3) – citou.
Justin ainda relembrou as palavras do apóstolo Paulo, afirmando ter aprendido a estar contente em qualquer circunstância, além de valorizar a verdade em vez dos aplausos.
– Paulo advertiu contra sermos moldados por pressões externas. “Não se conformem com este mundo” (Romanos 12:2). A fama intensifica isso: o eu se torna um produto, o cérebro nunca descansa, o sistema nervoso permanece em modo de sobrevivência. Paulo foi honesto sobre a dor, não a negou. Paulo não fingiu ser forte – refletiu.
Justin salientou não querer ver a indústria da música destruída, mas sim “renovada, mais segura, mais honesta, mais humana”.
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