Há 7 anos no ar, relembre as polêmicas do Porta dos Fundos

Vídeos do canal têm direcionado seus ataques à fé cristã e a Bolsonaro

Pleno.News - 13/08/2019 16h43

Porta dos Fundos é alvo de polêmicas Foto: Reprodução

O canal do Porta dos Fundos no YouTube completou 7 anos no ar. Em comemoração à data, os integrantes compararam o Porta a “uma criança em fase de alfabetização que já escapou de processos e debateu polêmicas sobre religião e política”.

Em virtude dessas polêmicas, principalmente com alguns dogmas da fé cristã, a trupe formada por Gregório Duvivier, Fabio Porchat, Antonio Pedro Tabet e companhia já respondeu a vários processos. Três deles, inclusive, pelo pastor e deputado federal Marco Feliciano.

Diante disso, o Pleno.News elencou 10 vídeos polêmicos criados pelo Porta dos Fundos. Os vídeos estão ordenados do mais antigo ao mais recente.

DEUS
Um dos primeiros vídeos do Porta a brincar com Deus, o esquete popularizou o meme “Errou feio, errou rude” ao mostrar como seria a imagem do Todo Poderoso. Além de brincar com os conceitos de céu e inferno, o texto ainda solta uma indireta para o pastor Silas Malafaia.

OH, MEU DEUS!
Lançado em 2013, o esquete Oh, Meu Deus! ironiza as aparições da imagem de Cristo em vários lugares. No vídeo, o Salvador surge em um local bem inusitado durante um exame ginecológico. Na época, o deputado Marco Feliciano denunciou o conteúdo à Polícia Federal ,citando o artigo 208 do Código Penal que proíbe tratar publicamente ato ou objeto de culto religioso com desdém.

JESUS TE AMA
Dois anos antes das eleições presidenciais, o canal lançou um vídeo onde uniu religião e política. Além de ironizar ritos do catolicismo, como a hóstia e a missa, Jesus (Fábio Porchat) diz que não ama quem é a favor de Jair Bolsonaro.

ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS
Com 92 mil deslikes, o vídeo traz Gregório Duvivier no papel de um Jesus interessado em sexo e pornografia. Lançado em novembro de 2017, o conteúdo foi alvo de mais um processo de Feliciano, que pediu para Duvivier “deixar o cristianismo em paz”. O Centro Dom Bosco também entrou na Justiça pedindo a remoção do conteúdo, mas o pedido foi negado pelo Porta dos Fundos.

BEIJO
No vídeo que foi alvo de processo por parte da deputada evangélica Clarissa Tércio, Duvivier (ele de novo?!) reproduz a cena da traição de Judas. Entretanto, o humorista distorce o texto bíblico, colocando Jesus como um interesse amoroso do discípulo. Clarissa acusou o grupo de cometer crime de escarnecimento da fé cristã.

TRAFICANTE GOSPEL
Pegando a onda dos casos de traficantes se dizendo evangélicos que ordenavam a depredação de terreiros, o grupo humorístico criou o personagem Ezequiel (Leonardo Negresco), um “traficante de Cristo” que vende papelotes ungidos e celebra “replepé a noite inteira”. O ativista cristão Bernardo Pires Küster acusou o Porta dos Fundos de “escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”.

SE BEBER, NÃO CEIE
Em parceria com a Netflix, o Porta lançou um especial de Natal inspirado na franquia Se Beber, Não Case. Na história, Jesus (Fabio Porchat) é dado como desaparecido após uma noite de bebedeira com os seus seguidores.

BASTIDORES
Em mais um ataque à fé cristã, o canal colocou os atores interpretando demônios incorporados nas pessoas durante um culto evangélico. No vídeo, um dos demônios vividos por (adivinha quem?) Duvivier diz “as igrejas de pobre dão mais valor” à atuação dos encostos. O apóstolo Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus, é citado durante o esquete. Nas cenas de making-of, o ator

BALBÚRDIA
Contrários às decisões do presidente Jair Bolsonaro e do ministro da Educação, Abraham Weintraub, em relação às universidades federais, o canal lançou um vídeo onde Porchat faz um professor travesti que estimula os alunos a protestarem contra o governo. Com faixas de “Lula Livre”, ele incita os estudantes a irem para as ruas fingir que estão lutando pela educação.

EM NOME DO PAI
Ironizando mais uma vez os católicos, o vídeo usa a ideologia de gênero para ironizar a Trindade Santa – Pai, Filho e Espírito Santo. Interpretado por Rafael Portugal, um padre diz que o papa Francisco ordenou que se inclua a mãe no sinal da cruz como forma de “derrubar o patriarcado”. O personagem ainda diz que um grupo LGBT irá se reunir com o pontífice para mudar a grafia para Espíritx Santx, como forma de suprimir o gênero.

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