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Victor Godoy Veiga é nomeado ministro interino da Educação

Nome do novo chefe da pasta foi publicado na edição desta quarta-feira do Diário Oficial da União

Paulo Moura - 30/03/2022 08h02 | atualizado em 30/03/2022 11h15

Victor Godoy assume interinamente o Ministério da Educação Foto: MEC/Luis Fortes

Por meio de um decreto publicado na edição desta quarta-feira (30) do Diário Oficial da União (DOU), o presidente Jair Bolsonaro nomeou o ex-secretário-executivo do Ministério da Educação (MEC), Victor Godoy Veiga, como ministro interino da pasta. O escolhido assume o lugar de Milton Ribeiro, que deixou o comando do ministério na última segunda-feira.

Servidor efetivo da Controladoria-Geral da União (CGU), Godoy Veiga é formado em engenharia de redes de comunicação de dados pela Universidade de Brasília (UnB). Em seu currículo também constam pós-graduações em altos estudos em defesa nacional pela Escola Superior de Guerra (ESG), e em globalização, justiça e segurança humana pela Escola Superior do Ministério Público.

A SAÍDA DE MILTON RIBEIRO
Na segunda-feira (28), Milton Ribeiro decidiu pedir para deixar o cargo. O presidente Jair Bolsonaro aceitou o pedido de demissão e a exoneração do ministro foi publicada em uma edição extra do DOU no mesmo dia da solicitação. A exoneração pode ser vista aqui.

A medida ocorreu após gravações do ministro da Educação supostamente apontarem uma interferência de pastores no Ministério da Educação (MEC). O áudio foi divulgado pelo jornal Folha de S.Paulo na noite de 21 de março. De acordo com o veículo, dois pastores teriam influenciado o repasse de verbas do MEC, Gilmar Santos e Arilton Moura.

A decisão de deixar o comando do MEC ocorreu após uma reunião entre Milton Ribeiro e Jair Bolsonaro nesta segunda-feira. Durante o encontro, Ribeiro entregou uma carta de renúncia ao presidente. No documento, ele diz ter plena convicção de que jamais realizou um único ato de gestão “que não fosse pautado pela correção, pela probidade e pelo compromisso com o erário”.

Também apontou que decidiu pedir a “exoneração do cargo, com a finalidade de que não paire nenhuma incerteza sobre a minha conduta e a do Governo Federal, que vem transformando este país por meio do compromisso firme da luta contra a corrupção”.

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