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Pai processa escola por racismo após filha ter cachos cortados

Sem autorização, professora cortou os cabelos da criança para deixá-los "uniformes"

Thamirys Andrade - 17/09/2021 16h38 | atualizado em 17/09/2021 17h10

Pai processa escola por racismo e pede US$ 1 milhão após professora cortar cabelo cacheado da filha, nos EUA
Família pede 1 milhão de dólares em indenização Foto: Reprodução/Redes sociais

Um pai decidiu mover um processo contra a escola Ganiard Elementary, em Michigan (EUA), após a filha, de 7 anos, ter os cachos volumosos cortados pela professora, sem autorização, para deixá-los mais “uniformes”. A família alega preconceito racial, intimidação étnica, agressão, além de inflição intencional de sofrimento emocional. A indenização solicitada é de 1 milhão de dólares.

Filha de pai negro, a pequena Jurnee retornou para casa, em um dia de março, com um lado dos cabelos cortados. Ao ser perguntada pela mãe sobre o que teria ocorrido, ela explicou que uma colega de classe havia cortado seus cachos, durante a volta para casa. A mãe levou, então, a criança até um salão de beleza a fim de ajustar o penteado.

Dois dias depois, Jurnee retornou da escola com os cabelos ainda mais curtos, em meio a uma crise de choro e de vergonha.

– Eu perguntei o que aconteceu e disse “pensei ter dito a você que nenhuma criança deveria cortar seu cabelo”. Ela respondeu “mas pai, era a professora”. A professora cortou o cabelo para deixá-lo “mais uniforme” – declarou o pai, Jimmy Hoffmeyer, à Associated Press.

Na escola, a família descobriu que o corte foi realizado pela bibliotecária e pela assistente de professora. A unidade estudantil chegou a abrir uma investigação, mas o encerrou em julho, concluindo que não houve racismo, apenas violação da política da escola.

A família não aceitou a alegação, argumentando que a criança teve os direitos constitucionais violados. Os pais buscaram os advogados e retiraram a criança da escola.

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