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Secretário prevê aprovação da reforma administrativa em 2021

PEC tramita na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados

Pleno.News - 27/04/2021 16h14 | atualizado em 27/04/2021 17h18

Caio Mário Paes de Andrade
Caio Mário Paes de Andrade, Secretário Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia Foto: Reprodução Câmara dos Deputados

O secretário Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Caio Mário Paes de Andrade, disse nesta terça-feira (27) confiar na aprovação da reforma administrativa ainda em 2021. A PEC começou a ser debatida na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados.

– O texto deve sair da CCJ rapidamente. Estamos comprometidos e trabalhando bastante. O servidor de alta performance também sabe que é necessária a melhoria administrativa. Isso vai impactar de forma positiva também o servidor de baixa performance. Queremos que as pessoas trabalhem com um propósito – afirmou ele, em entrevista à Jovem Pan.

Andrade lembrou que a reforma não atinge nenhum servidor atual e argumentou que o objetivo é mostrar ao mercado que a máquina pública será mais confiável no futuro.

– Somos um governo que cumpre os contratos e não vamos modificar o que está feito. Mas vamos dar uma sinalização aos agentes econômicos de que, daqui para frente, estamos fazendo o dever de casa. Queremos melhorar o ambiente para trazer mais investimentos – completou.

O secretário voltou a citar diversas atividades realizadas por servidores públicos que já perderam a razão de existir após o surgimento de inovações tecnológicas.

– Estamos no século 21, em um mundo mais digital e rápido. As pessoas hoje querem inclusive vínculos menores de trabalho. Buscamos mais flexibilidade [de contratação] não só no governo federal, mas também nos estados e municípios – acrescentou.

Andrade também defendeu critérios mais abrangentes para a avaliação periódica do trabalho dos servidores.

– Essa avaliação tem que aplicar prêmios e punições. É a coisa mais normal do mundo. Nunca fizemos os dispositivos para tornar isso realidade. Essa PEC é um clamor da sociedade. Todo cidadão quer que o servidor seja avaliado como ele é no seu trabalho – concluiu.

*Estadão

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