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Guedes fala em ‘enjaular a besta’ dos gastos com PEC emergencial

Ministro afirmou que conta com o apoio do Congresso para não descontrolar a situação econômica do país

Pleno.News - 02/03/2021 08h42 | atualizado em 02/03/2021 09h12

Ministro Paulo Guedes de terno e óculos
Ministro da Economia, Paulo Guedes Foto: PR/Alan Santos

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que quer “enjaular a besta” dos gastos desenfreados com a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) Emergencial. Guedes gravou, na última sexta-feira (26), um podcast com o youtuber Thiago Nigro, do canal Primo Rico, que foi ao ar nesta terça-feira (2).

– Queremos dizer que é preciso ter responsabilidade fiscal – afirmou.

A intenção da equipe econômica com a PEC é travar gastos em contrapartida a uma nova rodada do auxílio emergencial. No programa, o ministro também destacou que a ameaça permanente do populismo é falar que “vai dar dinheiro para todo mundo”.

– Vai para a hiperinflação. Você está em endividamento em bola de neve. Filhos e netos nossos terão impostos muito altos no futuro para pagar [por] essa falta de coragem de uma geração de enfrentar seus problemas – destacou o ministro.

Guedes defendeu “moderação e foco em quem precisa” nos programas de transferência de renda. Segundo o ministro, o Brasil conseguiu “resistir” à pandemia do coronavírus porque fez a reforma da Previdência e conteve os gastos.

– A taxa de juros está baixa porque travamos os gastos – disse.

O chefe da pasta econômica disse que o pagamento do auxílio emergencial sem contrapartidas fiscais seria “caótico” para o país e confirmou a nova etapa do benefício em parcelas de R$ 250. Guedes destacou que o valor ainda não foi pago porque é necessária a aprovação da PEC Emergencial.

– Acho que o Congresso vai aprovar. Queremos ir para a estrada certa e tenho confiança [de] que o Congresso vem junto. [Se] Tentar empurrar o custo para outras gerações, [os] juros começam a subir, acaba o crescimento econômico, [o] endividamento [vem] em bola de neve, [e a] confiança de investidores desaparece. É o caminho da miséria, da Venezuela, da Argentina – completou Guedes.

*Estadão

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