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Equipe de Paulo Guedes é contra recriar CPMF para bancar auxílio

Para o ministro, benefício emergencial deve ser compensado por corte de gastos

Thamirys Andrade - 10/02/2021 12h04 | atualizado em 10/02/2021 12h17

Ministro da Economia, Paulo Guedes Foto: PR/Alan Santos

A equipe econômica de Paulo Guedes manifestou-se contrária a criação de um novo imposto, ainda que temporário, para custear o retorno do auxílio emergencial. A posição do ministério sobre o assunto tem sido reafirmada nas recentes reuniões com os novos líderes da Câmara, do Senado e como os ministros do governo federal.

Recentemente, especulações sobre a criação de um tributo temporário, como a antiga CPMF, para ajudar afetados pela pandemia têm crescido nos bastidores do governo. Contudo, segundo informações da equipe que esteve nas reuniões, Guedes defende que a volta do auxílio deve ser compensado com cortes de gastos, e não com aumento de tributos.

Nos últimos dias, o presidente Jair Bolsonaro também tem destacado a sua promessa de campanha. Em live no dia 14 de janeiro, ele destacou: “No meu governo, não tem aumento de imposto federal”.

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