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Arrecadação federal em março tem recorde e soma R$ 138 bi

Resultado representa um aumento real de 18,49% na comparação com o mesmo mês de 2020

Pleno.News - 20/04/2021 16h54 | atualizado em 20/04/2021 17h27

Arrecadação soma R$ 137,932 bi. valor é o maior para março da série histórica Foto: Reprodução

A arrecadação de impostos e contribuições federais somou R$ 137,932 bilhões em março. O resultado representa um aumento real (descontada a inflação) de 18,49% na comparação com o mesmo mês de 2020.

Em relação a fevereiro deste ano, houve aumento de 6,98% no recolhimento de impostos.

O valor arrecadado no mês passado foi o maior para meses de março da série histórica, que tem início em 2007.

O resultado das receitas supera estimativas na pesquisa do Broadcast Projeções, que iam de R$ 109,85 bilhões a R$ 128,86 bilhões, com mediana de R$ 122,40 bilhões.

De acordo com a Receita Federal, o comportamento da arrecadação de março decorre, entre outros fatores, de arrecadações extraordinárias de Imposto de Renda de Pessoas Jurídicas (IRPJ) e na Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), com alta de R$ 4,0 bilhões, e do crescimento real de 50,2% da arrecadação dos tributos sobre o comércio exterior.

ACUMULADO
No acumulado do ano até março, a arrecadação federal somou R$ 445,900 bilhões, também o maior volume para o trimestre da série iniciada em 2007.

O montante ainda representa um avanço real de 5,64% na comparação com os primeiros dois meses do ano passado.

DESONERAÇÕES
As desonerações concedidas pelo governo resultaram em uma renúncia fiscal de R$ 21,897 bilhões no primeiro trimestre deste ano, valor maior do que em igual período do ano passado, quando ficou em R$ 20,282 bilhões. Apenas no mês de março, as desonerações totalizaram R$ 7,021 bilhões, também acima do registrado em março do ano passado (R$ 6,750 bilhões).

A PEC Emergencial aprovada pelo Congresso Nacional no mês passado incluiu um plano de redução gradual dos incentivos e benefícios de natureza tributária (subsídios, isenções e desonerações) para 2% do Produto Interno Bruto (PIB) em oito anos (o patamar atual é de aproximadamente 4,2% do PIB).

*Estadão

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