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Livro aponta ‘epidemia’ transgênero entre as adolescentes

Irreversible Damage foi escrito por jornalista do Wall Street Journal

Pleno.News - 08/08/2020 16h04 | atualizado em 08/08/2020 16h36

Livro alerta sobre epidemia transgênero entre as adolescentes Foto: Reprodução

Escrito por Abigail Shrier, jornalista do Wall Street Journal, o livro Irreversible Damage, ainda sem tradução para o português, denuncia que uma espécie de epidemia está se espalhando entre as adolescentes, levando-as a se identificar como transgênero. O conteúdo alerta para casos em que sem um sinal prévio, meninas apresentaram mudanças.

Após investigar o assunto, a jornalista revelou em seu livro que as adolescentes estão sendo induzidas à “transição de gênero”, muitas vezes sem que os pais tenham conhecimento do que está se passando. As informações são do jornal Gazeta do Povo.

O conteúdo foi desenvolvido após uma reportagem que Shrier fez a respeito do assunto para o jornal onde trabalha. Ela começou a receber mensagens de pais preocupados com a mudança comportamental dos filhos adolescentes e decidiu se aprofundar no tema.

Para a obra, Abigail fez quase 200 entrevistas e conversou com profissionais como psicólogos, psiquiatras e endocrinologistas. Ela também ouviu transgêneros, ex-transgêneros e familiares dessas pessoas. Desde então, ela concluiu que existe algo estranho acontecendo e citou números que comprovam suas suspeitas.

Shrier descobriu que meninas que enfrentam problemas típicos da idade, como insegurança e autocrítica em relação ao corpo, fazem buscas na internet sobre o que sentem e acabam sendo levadas a conteúdos que apontam que elas podem ser transgêneros.

Outro ponto é que, quando procurados, alguns profissionais de saúde estariam incentivando as meninas a seguir por essa linha de pensamento: de que são transgêneros.

Uma das pessoas entrevistadas disse que sua filha fez a transição de gênero contra a própria vontade e que teve forte apoio da escola.

E uma mulher que fez mudança de sexo nos anos 90 também deu declarações, apontando que conteúdos do YouTube e de outras redes sociais que mostram pessoas trans também estão influenciando as adolescentes.

– Elas veem algo que pode fazê-las se sentir melhor consigo mesmas, porque todas essas garotas trans têm canais no Youtube, redes sociais, e eu acredito que e isso está influenciando. Nos seríamos idiotas se disséssemos que não está influenciando – disse a mulher.

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