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A violência contra a mulher tem vindo em uma crescente nos últimos anos

Pleno.News - 08/12/2025 15h25 | atualizado em 08/12/2025 17h25

Tarcísio de Freitas ao lado primeira-dama, Cristiane Freitas Foto: Paulo Guereta / Governo do Estado de SP

O governo de São Paulo, por meio da Secretaria Estadual da Segurança Pública (SSP) informou que o enfrentamento à violência contra a mulher é prioridade do governo de São Paulo.

De acordo com a Secretaria Estadual da Administração Penitenciária de São Paulo, atualmente há 16.875 presos por crimes contra a dignidade sexual e 7.555 presos por crimes relacionados à Lei Maria da Penha, lesão corporal e ameaça – sendo 7.410 homens.

Entre as ações em andamento, a gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos) destaca a cabine lilás, que oferece acolhimento especializado às vítimas, com orientação sobre medidas protetivas e acionamento de viaturas quando necessário. O programa já realizou cerca de 15 mil atendimentos. O serviço, criado no Centro de Operações da Polícia Militar, foi ampliado para a capital, Grande São Paulo e diversas regiões do interior.

A SSP-SP também diz ter reforçado a estrutura das Delegacias de Defesa da Mulher (DDM), que hoje somam 142 unidades. As salas DDM 24h foram ampliadas: são 170, permitindo atendimento remoto por delegadas mulheres em plantões policiais.

Além disso, as delegacias tiveram incremento de efetivo com 473 novos policiais e expansão das vagas da diária especial por jornada extraordinária de trabalho policial, para atendimento na DDM online.

A pasta ainda ressalta o aplicativo SP Mulher Segura, que permite o registro de boletim de ocorrência e possui botão de pânico para pedidos de ajuda. Também cita o tornozelamento eletrônico de autores de violência doméstica, que atualmente monitora 200 infratores, dos quais 98 já foram presos por descumprimento de medidas impostas pelo Judiciário.

De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, que é publicado anualmente pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a quantidade de feminicídios em 2024, cujos dados são os mais recentes disponíveis, foi de 1.492 mulheres mortas em razão da condição feminina, resultado mais de 1% maior que os 1.475 registrados em 2023.

*Com informações AE

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