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Weverton Rocha após operação da PF: “Não me renderei”

Vice-líder do governo Lula no Senado se manifestou por meio de uma rede social

Ana Luiza Menezes - 04/08/2026 19h18 | atualizado em 05/08/2026 11h29

Weverton Rocha Foto: Reprodução/ Print de vídeo Instagram Weverton Rocha

O senador Weverton Rocha (PDT-MA), vice-líder do governo Lula (PT), se manifestou a respeito da nova fase da Operação Sem Desconto, deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta terça-feira (4). Foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e no Maranhão, por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça. Entre os investigados, estava Weverton Rocha.

Por meio de um vídeo publicado no Instagram, o parlamentar disse que não tem nada a esconder. Ele afirmou ainda que sabia que sofreria ataques por conta de sua candidatura ao Senado.

– Apesar de não ter sido diretamente o alvo da operação de hoje, eu sabia que, com a minha candidatura ao Senado e as minhas posições políticas, sofreria ataques. Por isso, não fiquei surpreso com essa nova operação da Polícia Federal. Eu só não esperava que eles fossem tão longe, ao envolver a minha família, e até apoiadores políticos. Apesar da minha indignação, recebi essa operação com a tranquilidade que me foi possível, pois nada tenho a esconder – falou.

Weverton prosseguiu o pronunciamento, destacando que as movimentações são fruto de atividades profissionais e empresariais

– Todas as movimentações mencionadas são fruto de atividades profissionais e empresariais. E foram devidamente declaradas à Receita Federal. Quero ressaltar que o Ministério Público Federal foi novamente contra a busca e apreensão contra meus familiares e apoiadores. Apesar da dureza do jogo político, reafirmo que não me renderei. Me manterei firme no propósito de lutar pelo Maranhão, ao lado de todos que mais precisam – comentou.

A Operação Sem Desconto investiga suspeita de lavagem de dinheiro e fraudes relacionadas aos descontos indevidos de benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Em uma representação encaminhada ao STF, os investigadores afirmam que Weverton Rocha apareceria como responsável por “formular demandas, indicar beneficiários, cobrar pagamentos, acompanhar repasses, tratar de imóveis, orientar providências e interferir em decisões patrimoniais”, conforme informações da Agência Brasil.

Na legenda do post desta terça, Rocha escreveu que não irá se render.

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