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Weintraub reage: “Tenho o direto de falar do Holocausto”

Ministro foi criticado por comparar ação da PF ao nazismo

Gabriela Doria - 28/05/2020 21h40

Ministro Abraham Weintraub se defendeu de críticas Foto: MEC/Gabriel Jabur

O ministro da Educação Abraham Weintraub reagiu a uma nota do cônsul-geral de Israel em São Paulo, Alon Lavi, e entidades judaicas que o criticaram após ele comparar a ação da Polícia Federal no âmbito das fake news com o nazismo. Em seu Twitter, o ministro disse que tem o “direito de falar do Holocausto”.

– Não falo em nome de todos os cristãos ou judeus do mundo. Falo por mim! Tive avós católicos e avós sobreviventes dos campos de concentração nazistas. Todos eram brasileiros. Tenho direito de falar do Holocausto! Não preciso de mais gente atentando com minha liberdade – escreveu.

Uma das notas que criticavam a colocação de Weintraub partiu da Embaixada de Israel

– Houve um aumento da frequência de uso do Holocausto no discurso público, que de forma não intencional banaliza sua memória e a tragédia do povo judeu. Pela amizade forte de 72 anos entre nossos países, pedimos que a questão do Holocausto fique à margem da política e ideologias – diz a nota.

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