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Weintraub era “culto e gentil”, dizem ex-colegas de banco

Trabalho do ex-ministro no Votorantim foi tido como exemplar

Pleno.News - 19/06/2020 11h09 | atualizado em 19/06/2020 11h10

Ministro Abraham Weintraub Foto: MEC/Gabriel Jabur

Apesar de ser enfático contra os ataques ao governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o agora ex-ministro da Educação Abraham Weintraub é tido por amigos e ex-colegas do setor financeiro como cortês, educado e culto.

Por ter diploma de economista e ter feito carreira no mercado financeiro, ele foi indicado pelo governo brasileiro ao posto de diretor-executivo do Banco Mundial para um grupo de países acionistas do qual o Brasil faz parte junto com Colômbia, Equador, Filipinas, Haiti, Panamá, República Dominicana, Suriname e Trinidad e Tobago.

Economista formado pela USP, Weintraub fez carreira no Banco Vototantim (hoje BV). Ele ingressou como estagiário no grupo em 1994, mesmo ano em que se graduou, e permaneceu na companhia por quase 18 anos, até 2012.

No grupo Votorantim, chegou a ser economista-chefe do banco e diretor-executivo da Votorantim Corretora no Brasil e da Votorantim Securities no Estados Unidos e na Inglaterra. Em seu currículo, Weintraub afirma ter sido diretor da corretora de março de 2004 até sua saída, em maio de 2012.

Segundo ex-colegas e amigos, Weintraub foi homem de confiança de então presidente do banco Wilson Masao, que o nomeou como diretor da corretora. Masao, hoje sócio da F2 Investimentos, passou mais de 30 anos no grupo Votorantim. Ele foi diretor financeiro do conglomerado e esteve à frente da gestão do banco entre 1993 e setembro de 2011, quando foi substituído.

Amigos e ex-colegas que conviveram com o ex-ministro no banco afirmam que ele sempre foi reconhecidamente conservador. Weintraub é tido como o idealizador das corretoras da Votorantim em Nova York e Londres e sua gestão é elogiada e tida como exemplar.

Após sair do Votorantim, Weintraub foi sócio entre 2013 e 2014 da gestora Quest Investimentos (hoje AZ Quest), fundada pelo ex-ministro das Comunicações e ex-presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) Luiz Carlos Mendonça de Barros.

*Folhapress

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