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Vídeo: Maguinha Malta reage à promotora ofendida por oração

Filha do senador Magno Malta defendeu a liberdade religiosa

Kleber Pizão - 10/07/2026 21h32 | atualizado em 16/07/2026 18h50

Maguinha Malta Foto: reprodução/Instagram (@maguinhamalta)

A vice-presidente do PL Espírito Santo, Maguinha Malta, se manifestou sobre a reação da promotora do Ministério Público do Rio de Janeiro que se disse “assolapada” após a leitura de um texto de cunho evangélico, considerado por ela uma oração em uma cerimônia de conselheiros tutelares.

Elayne Rodrigues participou do XCI Fórum Permanente de Conselheiros e Ex-Conselheiros Tutelares, realizado no Teatro Raul Cortez, em Duque de Caxias (RJ), no dia 3 de junho. Ela afirmou que a referência a Deus no início da cerimônia contrariava a Constituição e disse que chegou a avisar a organização de que deixaria o local caso fosse feita uma oração.

Maguinha Malta publicou um vídeo no Instagram no qual defendeu a liberdade religiosa.

— Num país livre, as pessoas têm o direito de professar sua fé, e a outra que não gosta também tem o direito de não gostar, e também o direito de professar sua fé ou de não ter fé nenhuma. Mas não tem o direito de tentar me impedir de professar a minha, e ainda usando uma instituição — ressaltou.

A filha do senador Magno Malta (PL-ES) também mencionou a fala de Jesus, que afirmou que haveria perseguição aos que professassem a fé Nele.

— Esse é o retrato da realidade do nosso país, e isso tem tudo a ver com a gente, cristãos, porque eles têm nos perseguido e nos perseguirão cada vez mais. E está na Bíblia; com isso a gente não se assusta, não é? Porque, nos últimos dias, a Bíblia descreve o que vai acontecer, e é exatamente isso. A perseguição à Igreja vai se intensificar — declarou.

O caso, ocorrido no início do mês, teve grande repercussão e levantou o debate sobre os limites da liberdade religiosa no país. O deputado federal Marco Feliciano (PL-SP) lembrou que a oração em público é um direito previsto na Constituição Federal.

Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ingressou com uma representação para apurar a conduta da servidora. No documento enviado ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), o parlamentar destaca que o pedido não questiona as convicções pessoais da promotora, mas a manifestação ter sido feita na condição de representante institucional do MP.

Assista ao vídeo completo da fala de Maguinha Malta:

 

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