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Vereador aponta seletividade de Janja ante avanço do feminicídio

Rubinho Nunes se manifestou em meio à divulgação de novos dados

Pleno.News - 05/02/2026 15h58 | atualizado em 05/02/2026 21h53

Vereador Rubinho Nunes Foto: Mônica Alves | CMSP

O vereador Rubinho Nunes (União Brasil-SP) voltou a criticar a atuação do governo federal diante do crescimento da violência contra mulheres no país e apontou o que classificou como indignação seletiva por parte da primeira-dama, Janja da Silva, e do Palácio do Planalto.

A manifestação ocorre em meio à divulgação de novos dados que indicam recorde de feminicídios durante o atual governo, ao mesmo tempo em que casos graves envolvendo mulheres e adolescentes teriam sido ignorados pelo discurso oficial.

Rubinho citou episódios recentes, como o assassinato de uma cozinheira pelo Comando Vermelho após se recusar a colaborar com o envenenamento de policiais, além do caso de uma adolescente torturada e abusada por integrantes de facção criminosa. Segundo o vereador, ambos ocorreram sob silêncio absoluto do governo federal e da primeira-dama.

– Esses casos não geraram palco, discurso ou lágrimas oficiais. O silêncio foi total – afirmou.

O parlamentar também criticou a recente participação pública de Janja em eventos sobre violência contra a mulher, nos quais ela declarou que o presidente Lula “entendeu a dor” feminina e que o combate ao feminicídio teria se tornado prioridade nacional.

Para Rubinho Nunes, a mudança de tom tem menos relação com políticas públicas efetivas e mais com o calendário eleitoral.

– É curioso que essa comoção toda só tenha aparecido agora, às vésperas das eleições. Quando a violência não rende narrativa, o governo simplesmente não vê – declarou.

O vereador defendeu que o enfrentamento ao feminicídio exige ações concretas, especialmente no combate ao crime organizado, no fortalecimento da segurança pública e na proteção real às vítimas — e não apenas discursos simbólicos.

– O governo Lula bate recorde de feminicídios. A angústia da Janja é seletiva, assim como a indignação. Quando não rende narrativa, eles simplesmente não veem – concluiu.

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