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Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro, comprou a parte dos parentes do ministro em um empreendimento no Paraná

Pleno.News - 16/01/2026 21h03 | atualizado em 16/01/2026 22h04

Fabiano Zettel, Daniel Vorcaro e Dias Toffoli Fotos: YouTube Cortes do Balaio | Ana Paula Paiva/Valor/Agência O Globo | Rosinei Coutinho/STF

O pastor e empresário Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, foi apontado como responsável pelos fundos que compraram parte da participação da família do ministro Dias Toffoli no resort Tayayá, no interior do Paraná, em negociação feita a partir de 2021.

Documentos obtidos pelo Estadão indicam que Zettel foi o único cotista do fundo Leal entre 2021 e 2025. Esse fundo controlava o Arleen, usado para investir no empreendimento.

Com esses fundos, foram aportados cerca de R$ 20 milhões no resort. Parte desse valor serviu para comprar 50% da participação de empresas ligadas aos irmãos e ao primo do ministro, fatia avaliada em R$ 6,6 milhões.

As empresas envolvidas são a Tayayá Administração e Participações e a DGEP Empreendimentos, responsáveis pelo resort e controladas pelo primo de Toffoli, Mario Umberto Degani. Os irmãos José Carlos e José Eugênio Dias Toffoli também eram sócios por meio da empresa Maridt S.A.

Segundo a defesa, Zettel deixou os fundos em 2022 e o veículo de investimento foi encerrado em 2025. O ministro, seus irmãos e a administração do resort não responderam aos pedidos de manifestação.

Toffoli não tem participação direta no empreendimento, mas é relator no STF de um inquérito que envolve Daniel Vorcaro e a Reag Investimentos, gestora dos fundos citados. Zettel chegou a ser preso no caso e depois foi solto.

Entre fevereiro e julho de 2025, os fundos e os familiares de Toffoli deixaram a sociedade e venderam suas cotas ao advogado Paulo Humberto Barbosa, que passou a ser o único dono do resort.

O caso aparece no contexto de investigações mais amplas que apuram operações financeiras ligadas ao Banco Master e à compra da instituição pelo BRB, negócio que também está sob análise da Polícia Federal.

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