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Relatório elaborado por Renan Calheiros conta com 78 pedidos de indiciamentos

Monique Mello - 26/10/2021 11h16 | atualizado em 26/10/2021 11h26

Cúpula da CPI da Covid Foto: Agência Senado/Edilson Rodrigues

O relatório final da CPI da Covid, elaborado pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL), teve novas inclusões de pedidos de indiciamentos, chegando ao total de 78 nomes.

Para ser aprovado, o documento precisa receber o apoio da maioria dos membros (ou seis votos). A CPI é composta por 11 senadores titulares (com direito a voto), entre os quais o relator, sendo sete deles de oposição ao governo Bolsonaro ou independentes. Quatro fazem parte da base governista.

Na sessão da comissão desta terça-feira (26), o presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), concederá 15 minutos, com mais cinco de tolerância, aos senadores Marcos Rogério (DEM-RO), Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Eduardo Girão (Podemos-CE) apresentarem seus pareceres alternativos ao de Renan.

Além da lista de nomes já divulgada anteriormente, os dez novos nomes que foram incluídos nas sugestões de indiciamento são:

Heitor Freire de Abreu, ex-coordenador do Centro de Coordenação de Operações do Ministério da Saúde, pelos crimes de epidemia e contra a humanidade;

Marcelo Bento Pires, ex-assessor do Ministério da Saúde, pelo crime de advocacia administrativa;

Alex Lial Marinho, ex-coordenador de Logística do Ministério da Saúde, pelo crime de advocacia administrativa;

Thiago Fernandes da Costa, ex-assessor técnico, pelo crime de advocacia administrativa;

Regina Célia de Oliveira, fiscal de contratos do Ministério da Saúde, pelo crime de advocacia administrativa;

Amilton Gomes de Paulo, reverendo e presidente da Senah (Secretaria Nacional de Assuntos Humanitários), pelo crime de estelionato majorado;

Hélio Angotti Netto, secretário de ciência, tecnologia, inovação e insumos estratégicos do Ministério da Saúde, pelo crime de epidemia;

Hélcio Bruno de Almeida, presidente do Instituto Força Brasil, pelos crimes de advocacia administrativa, estelionato majorado e incitação ao crime;

José Alves Filho, sócio-administrador da farmacêutica Vitamedic, pelos crimes de venda de medicamento em desacordo com a fórmula constante na Anvisa e de “fazer ou promover publicidade que sabe ou deveria saber ser capaz de induzir o consumidor a se comportar de forma prejudicial ou perigosa à sua saúde ou segurança”;

Antônio Jordão, oftalmologista e presidente da Associação Médicos pela Vida, apontado como integrante do suposto gabinete paralelo da saúde, pelos crimes de charlatanismo e incitação ao crime.

Em seis meses de trabalho, a CPI da Pandemia realizou 67 reuniões, votou mais de 500 requerimentos e 190 quebras de sigilo.

Confira aqui a íntegra do relatório final.

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