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‘Vacinar é ponto de partida para retomar normalidade’, diz Lira

Declaração foi dada durante um evento promovido por um jornal

Pleno.News - 31/05/2021 17h20 | atualizado em 31/05/2021 18h12

Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados Fonte: Agência Câmara de Notícias

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), defendeu nesta segunda-feira (31) que a vacinação contra a Covid-19 é o ponto de partida para que o Brasil possa retomar a normalidade.

Durante fala inicial em evento promovido pelo jornal Valor Econômico, Lira disse que, apesar de não ortodoxo, tem confiança em um “dicionário para vencer a crise” sem substantivos ou adjetivos, “só de verbos”.

– Este é um dicionário que não tem ordem alfabética, mas… ordem de prioridade. O primeiro verbo dele, o mais urgente, é o verbo “vacinar”. Vacinar é uma obrigação para com o povo brasileiro. É um dever do Estado e uma responsabilidade humanitária – afirmou o presidente da Câmara.

Na sequência, Lira disse defender o cuidado para com os brasileiros e a ampliação de programas assistenciais.

– Os efeitos da retomada da economia não serão imediatos, sobretudo enquanto a vacinação não tiver atingido um contingente significativo da população, por isso é hora de todos nós lançarmos o mais ambicioso programa social da história do país – apontou.

Reformas
Durante a sua exposição, Lira rebateu as falas do presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson de Andrade, que havia defendido há pouco uma reforma tributária mais ampla. Lira (PP-AL), em acordo com o ministro da Economia, Paulo Guedes, tem incentivado o andamento de uma proposta fatiada e mais enxuta.

Temos que fazer a melhor reforma possível. Não a maior reforma tributária impossível. A reforma tributária possível não pode ser a maior, mas será melhor que o sistema atual – disse Lira a Andrade.

O presidente da Câmara dos Deputados também defendeu a aprovação de uma reforma administrativa sem perseguir os atuais funcionários públicos ou retirar direitos.

– Temos limites entre o que aprovar, o quanto aprovar ou não aprovar nada. Se fosse só por atos unilaterais, talvez o mundo fosse mais fácil, mas não seria uma democracia – destacou Lira.

*Estadão

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