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STF prorroga inquérito sobre Jair Bolsonaro no caso Covaxin

Investigação apura se ocorreu prevaricação por parte do presidente no caso envolvendo a vacina indiana contra a Covid-19

Henrique Gimenes - 23/11/2021 16h11

Ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal Foto: STF/Carlos Moura

Nesta terça-feira (23), a ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu prorrogar um inquérito que investiga o presidente Jair Bolsonaro por uma suposta prevaricação no caso da vacina indiana contra a Covid-19, a Covaxin. Com a medida, o inquérito irá durar mais 45 dias.

O inquérito foi aberto em julho após afirmações feitas pelo deputado federal Luis Claudio Miranda (DEM-DF) e por seu irmão, Luis Ricardo Miranda, servidor do Ministério da Saúde na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid. Eles disseram que o presidente teria sido avisado por eles sobre supostas irregularidades nas tratativas e que Luis Ricardo teria sofrido pressões por isto.

Em sua decisão, Weber determinou que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério da Saúde enviem informações sobre a Covaxin à Polícia Federal (PF).

A Anvisa deverá enviar dados sobre os processos de autorização de uso emergencial da vacina. Já o Ministério da Saúde terá que enviar cópias dos processos abertos referentes à negociação do imunizante.

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