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Saúde e Educação elaboram protocolo de retorno às aulas

Aulas retornariam no mês de agosto

Pleno.News - 08/07/2021 15h37 | atualizado em 08/07/2021 16h39

Ministros da Saúde, Marcelo Queiroga, e da Educação, Milton Ribeiro Foto: Reprodução/Ministério da Saúde

Nesta quinta-feira (8), os ministros da Saúde, Marcelo Queiroga, e da Educação, Milton Ribeiro, defenderam o retorno dos estudantes às salas de aula. Os dois anunciaram a preparação de um protocolo de retorno e fizeram, de forma conjunta, um “apelo” a gestores municipais e estaduais para que comecem de imediato a preparação para essa retomada. As informações são da Agência Brasil.

Segundo o ministro da Saúde, 80% dos professores do ensino básico já receberam a primeira dose da vacina, o que possibilitaria, a partir de agosto, um retorno seguro às aulas.

– Temos apoio da Unicef, da Unesco, da OMS e da OCDE [para isso]. Há absoluto consenso de que vacinação não é pré-requisito para o retorno às aulas. Vamos, portanto, criar um protocolo conjunto que será estabelecido por portaria interministerial, estabelecendo as regras para o retorno seguro – disse ele.

Queiroga reiterou que a narrativa de que o Brasil vai mal na vacinação já estaria se dissolvendo.

A expectativa é de que a portaria com o protocolo de retorno às aulas seja publicada no início da semana que vem.

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, disse que o país “chegou ao limite”.

– Somos um dos últimos países com as escolas fechadas. A perda é acadêmica, emocional e pode até ser considerada nutricional para muitas crianças – afirmou.

Ribeiro também criticou “a falta decisão política dos entes federados lá, na ponta”. Na avaliação dele, “alguns estados e algumas redes infelizmente estão politizando o assunto de educação, tratando as crianças como peça de manobra política”.

Ribeiro criticou também discursos que tem ouvido, segundo os quais seria necessário vacinar crianças antes do retorno das aulas.

– Daqui a pouco, o discurso vai ser vacinar os pais e avós, e aí não se volta mais.

Dirigindo-se aos “narradores da narrativa de que tudo vai mal”, que “regularmente tomam emprestados exemplos de fora para mostrar nossos erros”, Ribeiro disse que, agora, o país tem de “buscar exemplos de fora para mostrar que estamos errados em não restabelecer a aula presencial”.

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