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‘Nenhum país vai fiscalizar o Ministério do Meio Ambiente’

Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles disse que quem fiscaliza a pasta é o presidente Jair Bolsonaro

Pleno.News - 22/04/2021 21h23 | atualizado em 22/04/2021 22h07

Presidente Jair Bolsonaro e o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles Foto: Alan Santos/PR

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, negou nesta quinta-feira (22), que algum país estrangeiro vá fiscalizar o trabalho da sua Pasta no combate ao desmatamento ilegal.

– Quem fiscaliza o Ministério do Meio Ambiente é o meu chefe, presidente Jair Bolsonaro. Nenhum país vai fiscalizar o Ministério do Meio Ambiente, não – disse.

Em transmissão ao vivo nas redes sociais do chefe do Planalto, Salles sustentou que será uma “satisfação” mostrar a outras nações o que o governo federal faz para eliminar o desmatamento ilegal. Mais cedo, em discurso na Cúpula de Líderes sobre o Clima, organizada pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, Bolsonaro condicionou o sucesso do Brasil na eliminação da devastação florestal a ajuda financeira internacional.

– O Brasil vai ajudar a resolver o problema criado pelos países ricos com as emissões de combustíveis fósseis e eles estão sendo chamados a nos ajudar a combater o problema do desmatamento ilegal – sustentou o ministro.

E continuou.

– A gente agradece a oferta do presidente Biden de US$ 20 bilhões e estamos apresentando um plano de US$ 1 bilhão. Se esse US$ 1 bilhão não vier, vamos fazer tudo que a gente precisa fazer com nossos próprios recursos – completou.

Salles defende que a quantia pleiteada seria suficiente para diminuir “substancialmente” o desmatamento ilegal na região amazônica em 12 meses.

Na conferência climática, Bolsonaro se comprometeu a alcançar a neutralidade climática no País até 2050, “antecipando em 10 anos a sinalização anterior”.

Para isso, o presidente prometeu eliminar o desmatamento ilegal no País até 2030. O ministro do Meio Ambiente garantiu que as metas são factíveis, mas voltou a associá-las a repasses das nações desenvolvidas para ajudar o Brasil “a resolver o problema dos 23 milhões de brasileiros deixados para trás na Amazônia”.

*Estadão

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