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Renan celebra decisão da ONU sobre julgamento de Lula

Senador afirmou ainda que o ex-juiz Sergio Moro foi "o primeiro bandido de estimação de Bolsonaro”

Henrique Gimenes - 28/04/2022 15h59 | atualizado em 28/04/2022 17h52

Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Renan Calheiros Foto: Agência Brasil/José Cruz

Nesta quinta-feira (28), o senador Renan Calheiros (MDB-AL) celebrou a conclusão do Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) que considerou Sergio Moro parcial no julgamento dos processos contra o ex-presidente Lula.

Em suas redes sociais, o parlamentar criticou o ex-juiz e afirmou que Moro foi o “primeiro bandido de estimação de Bolsonaro”. Renan Calheiros também disse que o ex-ministro da Justiça teve por objetivo “tirar Lula da eleição de 2018”.

– A ONU proclamou ao mundo todo o que o Brasil já sabia desde a decisão do STF em 2021. Moro emporcalhou a toga para tirar Lula da eleição de 2018. Foi o primeiro bandido de estimação de Bolsonaro que o expeliu e adotou novos delinquentes – escreveu.

DECISÃO DO COMITÊ DA ONU
O Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) concluiu que, no âmbito da Lava Jato, o ex-juiz Sergio Moro foi parcial no julgamento dos processos contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Ainda segundo o comitê da ONU, os direitos políticos do petista foram violados em 2018, quando ele foi impedido de disputar as eleições. Lula foi representado na ONU pelos advogados Valeska Zanin Martins e Cristiano Zanin Martins. O britânico Geoffrey Robertson também representou o petista.

Nesta quinta-feira (28), o colegiado da ONU divulgou a íntegra da decisão, na qual determinou que o governo brasileiro dê ampla publicidade às conclusões e promova a reparação de danos causados pela Lava Jato a Lula. Na prática, entretanto, a decisão da ONU não deve trazer sanções ao país ou aos integrantes da Lava Jato, mas será usada por Lula e seus aliados para cobrar indenizações.

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