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Quaest: Paes lidera contra Ruas e venceria 2° turno por 49% a 16%

Levantamento apurou cenário eleitoral para governo do Rio de Janeiro

Pleno.News - 27/04/2026 09h34 | atualizado em 27/04/2026 10h17

Eduardo Paes Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

O novo levantamento da Genial/Quaest sobre a intenção de voto nas eleições estaduais do Rio de Janeiro aponta que o ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), lidera os cenários de primeiro turno e também vence a simulação de um segundo turno contra o deputado estadual Douglas Ruas (PL).

No cenário de primeiro turno com todos os pré-candidatos, Eduardo Paes registra 34%. O segundo colocado, Douglas Ruas, figura com 9%. O deputado estadual está em empate técnico com Anthony Garotinho, do Republicanos, com 8%, e com Wilson Witzel, do DC, com 3%. Entre Ruas e Witzel, o empate técnico ocorre no limite da margem de erro.

Paes pontua mais em cenários de primeiro turno sem a presença de Garotinho. Nas amostras sem o nome do ex-governador, o ex-prefeito registra de 39% a 40%.

No segundo turno, Paes venceria Ruas por 49% dos votos a 16%. Nesse cenário, 19% votariam branco ou nulo, e 16% estão indecisos.

A pesquisa Genial/Quaest realizou 1.200 entrevistas em domicílios do Rio de Janeiro entre os dias 21 e 25 de abril. A margem de erro é de três pontos porcentuais, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o código RJ-00613/2026.

SENADO
Em relação ao Senado, Cláudio Castro (PL) e Benedita da Silva (PT) são os pré-candidatos ao Senado mais lembrados pelos eleitores do Rio de Janeiro, aponta a pesquisa.

O ex-governador do PL registrou 12% de menções no cenário estimulado com o maior número de opções de voto, seguido por Benedita, com 10%. Felipe Curi (PL) tem 6%, assim como Marcelo Crivella, do Republicanos.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou na última quinta-feira (23) o acórdão do julgamento que tornou Cláudio Castro inelegível por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. A maioria dos ministros reconheceu que a saída dele do cargo ocorreu por renúncia, e não por cassação.

*AE

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