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PT processa Feliciano, e pastor diz que ‘perseguição já começou’

Advogados do partido exigem que deputado prove riscos de fechamento de igrejas em um eventual governo Lula

Pleno.News - 19/08/2022 10h29 | atualizado em 19/08/2022 11h36

Marco Feliciano Foto: Câmara dos Deputados / Paulo Sérgio

O Partido dos Trabalhadores (PT) entrou com uma representação contra o pastor e deputado federal Marco Feliciano (PL) na 10ª Vara Cível de Brasília, pedindo que o pastor apresente provas dos riscos de perseguição religiosa e fechamento de igrejas em um eventual governo Lula (PT). Em resposta no Twitter, o parlamentar afirmou que se “baseia em inúmeras declarações do ex-presidiário” para fazer tais declarações, e defende que o processo da legenda contra ele indica que a “perseguição aos crentes” já teve início, sendo ele a primeira vítima.

– Imprensa me ligando para dizer que o PT de Lula está me processando! Eu avisei! Ao que parece, a perseguição do PT aos crentes já começou! E eu fui o primeiro! Não tenho medo deles! Não me calarão! – disse o deputado no Twitter.

Em vídeo publicado na mesma rede social, Feliciano negou que tenha incorrido em fake news e disse tratar-se de um temor de grande parte dos cristãos brasileiros.

– A campanha eleitoral recém-começou, e o PT já quer me processar. Me acusam injustamente de fake news apenas por eu externar uma preocupação que é compartilhada pela imensa maioria dos evangélicos brasileiros sobre um possível, mas graças a Deus, improvável retorno do PT ao poder – assinalou.

O pastor também defendeu que “existem muitas formas de se fechar uma igreja”.

– Uma delas é calando os pastores ou obrigando religiosos a terem condutas antibíblicas. A igreja fisicamente estará aberta, mas na prática, ela estará fechada – acrescentou.

Além da questão do fechamento de igrejas, os advogados do PT também pedem que o parlamentar prove outras de suas quatro declarações: a de que o PT definiria o que seria pecado ou não nas igrejas, a distribuição do “kit gay”, a promoção da erotização infantil, e a de que a legenda obrigaria pastores a abençoarem casamentos contra a vontade deles.

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