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Presidente Bolsonaro participa de culto evangélico na Câmara

Solenidade presidida pelo pastor Cláudio Duarte ocorre no auditório Nereu Ramos

Thamirys Andrade - 03/08/2022 10h30 | atualizado em 03/08/2022 11h16

Presidente Jair Bolsonaro Foto: PR/Clauber Cleber Caetano

O presidente Jair Bolsonaro (PL) participa na manhã desta quarta-feira (3) de culto evangélico no auditório Nereu Ramos, que fica na Câmara dos Deputados. Ministros do governo e parlamentares da Bancada da Bíblia marcam presença na cerimônia, organizada pelo deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder dos evangélicos no Congresso Nacional, e presidida pelo pastor Cláudio Duarte.

Bolsonaro chegou ao auditório Nereu Ramos por volta das 8h20. Sem falar com a imprensa, conversou com parlamentares da bancada evangélica, como o deputado Marco Feliciano, e se pronunciou ao longo do evento.

No discurso desta manhã, Bolsonaro lembrou que se aproximou da bancada evangélica ainda enquanto parlamentar por suas posições contrárias à ideologia de gênero.

– Todo dia quando me levanto, me concentro, agradeço pela missão e peço a Deus que meu povo, nosso povo, não sinta as dores do comunismo. Na economia, Brasil vai muito bem, mas não podemos esquecer o lado espiritual – declarou, sob aplausos de deputados e senadores evangélicos.

O chefe do Executivo associou seu principal adversário na disputa pelo Palácio do Planalto, o candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, a um retrocesso na agenda conservadora.

– Nós somos a maioria, somos do bem e tenho certeza que venceremos essa batalha. Não por mim nem por vocês, mas pelos nossos filhos. Devo muito aos médicos, mas muitos deles me dizem que quem me salvou em Juiz de Fora em 2018 foi a mão de Deus – seguiu, em referência ao episódio da facada.

No discurso, ele também voltou a criticar signatários dos manifestos articulados em defesa da democracia. Para o chefe do Executivo, quem assinou o que chamou de “cartinha” não tomou posição nas restrições sanitárias impostas por governadores no auge da pandemia de Covid-19.

– Vocês todos sentiram um pouco do que é ditadura. E nenhum daqueles que assinam cartinha por aí se manifestaram naquele momento – afirmou o presidente, que critica as medidas de contenção do coronavírus por seus impactos econômicos.

*Com informações da AE

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