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Podemos avalia relançar Alvaro Dias como candidato ao Planalto

Com saída de Sergio Moro, partido estuda outro nome para corrida presidencial

Thamirys Andrade - 11/04/2022 16h19 | atualizado em 11/04/2022 16h49

Senador Álvaro Dias (Podemos-PR) Foto: Agência Senado/Roque de Sá

Diante da saída de Sergio Moro do Podemos, o partido está avaliando outros nomes para lançar como candidato ao Planalto nas eleições deste ano. O mais cotado é o senador Alvaro Dias, que recentemente disse que o ex-juiz da Lava Jato teria demonstrado “inaptidão” para a política, sofrendo um desgaste talvez “irreversível”. Alvaro Dias foi o candidato do Podemos à Presidência em 2018.

As informações foram divulgadas pela colunista Bela Megale, do jornal O Globo, e confirmadas pelo Antagonista. Ao site, Alvaro Dias admitiu que a legenda voltou a sondá-lo para uma possível candidatura, mas declarou que essa discussão “é fora de hora” e que seu futuro político será decidido até julho.

Além da possibilidade de entrar na corrida pelo Planalto, o Podemos também estuda a opção de abrir mão da candidatura para apoiar o nome escolhido pela terceira via. Para isso, tem mantido conversas com a cúpula do União Brasil, legenda de Moro desde que ele decidiu deixar o Podemos.

Embora o ex-juiz insista nas negociações para lançar seu nome à Presidência, o União Brasil demonstra forte resistência à ideia, e já chegou a dizer que a filiação do ex-ministro poderia ser impugnada caso ele persistisse.

Em entrevista ao portal UOL no último dia 5, Alvaro Dias afirmou que Moro demonstrava desejo de ingressar em uma sigla maior desde o ano passado. O senador, porém, conta ter alertado o ex-magistrado de que sua mudança para o União Brasil seria um equívoco.

– Eu entendi que a busca de uma estrutura maior tinha por objetivo dar competitividade à sua candidatura. Ele imaginava que no Podemos não teria condições de ser indicado como candidato no centro democrático. Eu o alertei: “Olha, aí há um equívoco. No União Brasil há forte rejeição”. Agora comprovadamente ele não é mais candidato. Portanto, sepultou o sonho de ser presidente da República – assinalou.

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