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PL diz que relatório identificou quebra de sigilo dos eleitores

O erro apareceu em casos quando a urna eletrônica trava e precisa ser reiniciada

Leiliane Lopes - 22/11/2022 17h42 | atualizado em 22/11/2022 18h27

Engenheiro do Instituto Voto Legal Carlos Rocha Foto: Reprodução

Nesta terça-feira (22), o Partido Liberal realizou uma coletiva de imprensa para divulgar os dados que foram apresentados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com as inconsistências encontradas nas urnas eletrônicas fabricadas antes de 2020.

O engenheiro que coordena o Instituto Voto Legal, Carlos Rocha, falou de dois pontos que foram identificados nesses modelos antigos. O primeiro é a impossibilidade de associar a atividade com a urna que realizou e o segundo é a quebra de sigilo do eleitor.

Segundo ele, quando as urnas travam, são desligadas e depois reiniciadas, algumas expõe os dados dos eleitores como nome ou número do título.

Pelo menos 200 registros desses dados foram encontrados durante a apuração das urnas.

O relatório enviado ao TSE pede que o voto em cinco modelos de urnas eletrônicas sejam anulados, eles são: 2009, 2010, 2011, 2013 e 2015.

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