PF cita omissões de Cid; STF vai decidir se anula benefícios
Ministro vai ouvir PGR antes de decidir
Pleno.News - 19/11/2024 20h56 | atualizado em 21/11/2024 12h05

Nesta terça-feira (19), a Polícia Federal (PF) informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), descumpriu as cláusulas de seu acordo de delação premiada, abrindo brecha para uma eventual rescisão do pacto fechado no inquérito das milícias digitais.
A indicação foi feita após a corporação tomar o depoimento do delator na tarde desta terça, em meio à Operação Contragolpe que prendeu quatro militares e um agente da PF por envolvimento com um plano de assassinato do presidente Lula (PT), de seu vice Geraldo Alckmin (PSB) e do ministro Alexandre de Moraes, do STF.
O depoimento que Cid prestou na PF foi encaminhado à Corte máxima com a anotação da corporação sobre “omissões e contradições” em alguns pontos da oitiva. O documento está no gabinete de Moraes, relator dos inquéritos que foram abastecidos pela delação de Cid.
O ministro vai ouvir o procurador-geral da República Paulo Gonet antes de decidir sobre o futuro da delação – incluindo sua eventual rescisão.
*Com informações AE
Leia também1 Vídeo: Jornalista critica postura de Janja e fala em "retrocesso"
2 Bibo Nunes denuncia influencer que criticou deputados do PL
3 Investigados tentaram prender Alexandre de Moraes, diz PF
4 Novo questiona reunião entre Lula, STF e PF em dia de explosões
5 Erika Hilton contrata doadores de campanha para seu gabinete


















