PF diz que há “possibilidade” após citação de Lulinha no INSS
Diretor da Polícia Federal disse que não pode comentar a investigação
Pleno.News - 17/12/2025 20h00 | atualizado em 18/12/2025 11h22

O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, afirmou na última segunda-feira (15) que surgiu a “possibilidade” após a citação de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, nas investigações sobre fraudes no INSS. A declaração foi dada durante café com jornalistas.
Questionado se Lulinha é investigado formalmente, Rodrigues disse que não pode comentar detalhes por causa do sigilo. Ele ressaltou que a simples citação não torna alguém investigado.
– Infelizmente surgiu essa possibilidade, mas não posso comentar pelo sigilo da investigação – afirmou.
A apuração envolve o esquema conhecido como Farra do INSS. Um ex-funcionário de Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, declarou que o lobista teria pago R$ 25 milhões a Lulinha e feito repasses mensais de cerca de R$ 300 mil.
O diretor da PF afirmou que não é correto tratar citações como condenações antecipadas. Segundo ele, o mesmo critério vale para pessoas ligadas ao governo e à oposição.
– Não vale exploração midiática para gerar pré-condenação – disse Andrei Rodrigues.
Ele reforçou que a PF seguirá apurando os fatos com responsabilidade, dentro dos limites legais e do sigilo do inquérito.
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