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Pesquisa pró-Lula que foi paga por banco repercute nas redes

A informação foi divulgada com exclusividade pelo Pleno.News na quarta-feira

Paulo Moura - 13/01/2022 12h14 | atualizado em 13/01/2022 12h38

Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva Foto: Divulgação/PT/Ricardo Stuckert

Publicada pelo Pleno.News na quarta-feira (12), a reportagem que traz a informação de que a primeira pesquisa eleitoral para a Presidência da República em 2022, que indica uma ampla liderança do ex-presidente Lula, foi paga por um banco que já foi citado em delação premiada repercutiu nas redes sociais. Parlamentares, influenciadores e veículos de mídia conservadores compartilharam o conteúdo e comentaram o fato.

Em suas redes sociais, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) escreveu: “Tão confiável quanto o lobo tomando conta do galinheiro. Alguém aqui ainda confia em pesquisa?”.

Já a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) questionou: “Ainda existem dúvidas?”.

O deputado Carlos Jordy (PSL-RJ), por sua vez, ironizou: “As pe$qui$a$ de$intere$$ada$!”

Outra integrante da bancada de apoio ao presidente Jair Bolsonaro na Câmara, a deputada Caroline de Toni (PSL-SC) publicou: “Ora, ora… quem diria, não? Pesquisa que apontou vitória de Lula no primeiro turno foi paga por banco citado em delação. Sem muitas surpresas até aqui!”.

O deputado Heitor Freire (PSL-CE) questionou: “Que coincidência, não?”.

Além de políticos, diversos veículos de imprensa conservadores compartilharam a informação em seus sites e redes sociais, portais como Brasil Sem Medo, Terra Brasil Notícias, Brado Jornal e Jornal da Cidade Online foram alguns a repercutir o caso.

Páginas, influenciadores e personalidades de direita que não possuem cargo eletivo atualmente também deram espaço ao conteúdo em suas redes. O perfil Verdade dos Fatos, que possui atualmente 71 mil seguidores no Twitter, divulgou a reportagem.

O assessor especial do presidente Bolsonaro, Tercio Arnaud Tomaz, acusado frequentemente por veículos de imprensa tradicionais de ser o líder do chamado “gabinete do ódio”, também comentou o caso, e foi retuitado pela influenciadora Bárbara Destefani, que possui mais de 750 mil seguidores em sua página TeAtualizei, no Twitter.

Confira abaixo algumas das publicações:

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