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Partido de Moro não comprovou repasse de pai da líder da sigla

Sigla recebeu empréstimo que não foi comprovado oficialmente

Paulo Moura - 24/01/2022 09h06 | atualizado em 24/01/2022 09h16

Evento de filiação de Moro ao Podemos Foto: Reprodução/YouTube

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) indicou que o Podemos, atual partido do ex-ministro Sergio Moro, não conseguiu comprovar como recebeu um empréstimo de R$ 18 mil, feito pelo ex-deputado federal José Masci de Abreu, pai da presidente do partido, Renata Abreu. O repasse ocorreu em 2015 e foi julgado pelo tribunal em outubro de 2021.

A informação, que foi divulgada pelo colunista Guilherme Amado, do site Metrópoles, aponta que, ao analisar as contas de 2015 do Podemos, que na época ainda se chamava PTN, a área técnica do TSE apontou que a sigla não comprovou a receita de R$ 18 mil. Como o partido não se manifestou até o fim de 2021, o tribunal considerou a transação como irregular.

Além de não ter detalhado a quantia, que seria fruto de um empréstimo de José Masci de Abreu, o partido também não atestou a destinação de R$ 419 mil do fundo partidário, incluindo repasses do programa de incentivo à candidatura de mulheres.

Em razão dos fatos, os ministros do TSE rejeitaram as contas do partido e ordenaram que o Podemos devolvesse R$ 346 mil aos cofres públicos. O partido também teve de aumentar o repasse a candidaturas femininas e ficar um mês sem acesso a novas cotas do fundo partidário.

Procurado pelo colunista, o Podemos afirmou que o empréstimo não comprovado foi um “erro formal” e que o tema perdeu “relevância” porque o partido não devolveu o dinheiro ao pai de Renata Abreu.

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