Para Sergio Moro, classificar facções ajuda, mas não soluciona
Senador afirmou que cabe ao Brasil combater diretamente o crime organizado
Thamirys Andrade - 10/06/2026 16h24 | atualizado em 10/06/2026 18h29

O senador e pré-candidato ao governo paranaense, Sergio Moro (PL-PR), avaliou como positiva a recente iniciativa dos Estados Unidos de rotular o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como grupos terroristas. No entanto, apesar de elogiar a medida, ele ponderou que a ação internacional não soluciona o cenário de forma definitiva, ressaltando que cabe ao Brasil enfrentar e combater diretamente essas facções criminosas.
No mesmo tom, o parlamentar criticou a gestão do presidente Lula (PT), acusando o atual governo federal de adotar uma postura a favor da criminalidade.
– Essa ação do governo norte-americano, que foi provocada pela diplomacia do Flávio Bolsonaro, é positiva. Não resolve, mas agrega. Deixou flagrante a postura do Lula e do governo Lula, que normalmente é pró-crime – declarou ele, em entrevista ao Poder360.
Ao citar suas metas para o governo do Paraná, Moro destacou a segurança pública como o pilar de sua pré-candidatura, prometendo transformar a região no estado mais seguro do país por meio da integração policial e da construção de uma penitenciária de segurança máxima.
O senador também defendeu reformas estruturais no Judiciário, posicionando-se a favor do fim do foro privilegiado e da limitação dos mandatos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para um período de 9 a 12 anos.
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