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Para secretário, solução da crise hídrica é privatizar Eletrobras

Adolfo Sachsida defendeu que medida elevaria a oferta a um preço melhor

Pleno.News - 28/05/2021 16h08 | atualizado em 28/05/2021 16h19

Adolfo Sachsida, secretário de Política Econômica do Ministério da Economia Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

O secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, disse nesta sexta-feira (28) que os sinais recentes de risco hídrico apontam para a necessidade de privatizar a Eletrobras e aprimorar os marcos legais de energia.

Em entrevista ao programa Economia em Foco, da Jovem Pan, Sachsida ressaltou que a privatização da companhia terá efeito semelhante ao da venda da Telebrás para o setor de telecomunicações.

– Privatizar a Eletrobras vai elevar a oferta do produto [energia] a um preço melhor – disse Sachsida.

O governo também publicou nesta sexta um alerta de emergência hídrica para o período de junho a setembro em cinco estados brasileiros (Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná) devido ao pouco volume de chuvas.

A medida serve para “segurar” água nos reservatórios das hidrelétricas, evitando que seja liberado um volume usado, por exemplo, para assegurar a navegação em rios e garantir água potável para a população de alguns municípios.

Com o volume escasso de água nos principais reservatórios do país, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) também decidiu fazer uma varredura em cada usina térmica instalada e em operação, para saber exatamente com o que poderá contar, a fim de afastar riscos de apagão e racionamento de energia.

– Temos que investir em agenda de privatizações – defendeu o secretário.

Apesar do risco hídrico, Sachsida ressaltou dados positivos sobre a economia brasileira, sobretudo as recentes revisões em relação à expectativa de crescimento.

– Acredito que estamos em bom momento, os resultados começam a aparecer. […] Enquanto continuarmos com agenda de consolidação fiscal e produtividade, os resultados aparecerão – acrescentou.

O secretário disse também que “a melhor política econômica é vacinação em massa”.

*Estadão

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