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Para Pacheco, Auxílio Brasil deve seguir em R$ 600 em 2023

Presidente do Senado falou em flexibilizar o teto de gastos

Henrique Gimenes - 04/08/2022 21h42 | atualizado em 05/08/2022 12h59

Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco Foto: Agência Senado/Waldemir Barreto

Nesta quinta-feira (4), durante participação em um evento promovido pela XP Investimentos, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), falou sobre o Auxílio Brasil. Ele defendeu que, em 2023, o valor do benefício seja mantido em R$ 600.

Para Pacheco, a medida poderia ser mantida com uma flexibilização do teto de gastos.

– Há uma perspectiva de que a partir de janeiro de 2023 se possa manter nesse patamar de R$ 600. Acho que todos os candidatos, inclusive que se propõem à Presidência da República, buscarão alternativas para isso (…). Se isso, obviamente, tem um limite em função do teto de gastos públicos, talvez essa seja a expressão mais pura e verdadeira do que é a necessidade de uma relativização do teto de gastos – pontuou.

O presidente do Senado também falou sobre projetos de reforma tributária e do Imposto de Renda que circulam na Casa. De acordo com o parlamentar, os textos devem voltar a ser discutidos após as eleições.

– Não há uma definição em relação a apreciação do projeto de imposto de renda depois das eleições, como não há também em relação à PEC 110. Nesse instante, o resultado eleitoral e a definição do quadro eleitoral é fundamental para se reiniciar a discussão da reforma tributária no país, que é uma coisa certa, na minha opinião, na próxima legislatura, a partir do próximo ano – destacou.

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