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Novo ministro gastou R$ 1,3 mi com módulos íntimos em prisões

Flávio Dino foi nomeado por Lula para a pasta da Justiça

Monique Mello - 09/12/2022 13h37 | atualizado em 09/12/2022 16h20

Flávio Dino e Lula Foto: Ricardo Stuckert/ PT

O ex-governador do Maranhão Flávio Dino (PSD), que acaba de ser nomeado pelo presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como o novo ministro da Justiça, já gastou R$ 1,3 milhão com “módulos de encontros íntimos” em penitenciárias do estado do Maranhão durante sua gestão.

O contrato entre o governo do Maranhão e a empresa Etech Construção foi assinado em janeiro de 2021 e contemplou 22 módulos em 11 unidades prisionais. O valor do contrato foi oriundo do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen).

Na época, o então governador justificou a medida dizendo que a licitação “visava a criação de condições favoráveis, para a implantação de todas as diretrizes necessárias a um sistema prisional de qualidade”.

Dino foi um dos primeiros nomes a surgir como praticamente uma unanimidade para comandar um dos prédios da Esplanada dos Ministérios, em Brasília, no governo Lula. Nos últimos dias, informalmente, Dino já era tratado como ministro por jornalistas e demais membros do governo de transição.

– Tem história política consagrada como deputado, juiz, governador, Flávio Dino foi eleito senador, e vai ser o nosso companheiro da Justiça. Tenho certeza que ele vai ajudar a consertar muitas coisas neste país – afirmou Lula ao anunciá-lo na manhã desta sexta-feira (9).

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