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Novo chefe da PRF pode reforçar policiamento na posse de Lula

Marco Territo afirmou que se houver probabilidade de manifestação, a segurança será reforçada

Paulo Moura - 20/12/2022 14h25 | atualizado em 20/12/2022 14h31

Marco Territo, que assume interinamente o comando da PRF Foto: Reprodução/Redes Sociais

Após a saída do então diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques, oficializada nesta terça-feira (20) no Diário Oficial da União (DOU), quem ficará no comando interino da corporação a partir de agora será o número dois da PRF, o diretor-executivo Marco Territo.

Ao site Metrópoles, Territo destacou que dará sequência ao planejamento e à prestação de contas da PRF. Além disso, o chefe interino da corporação declarou que atuará na elaboração de uma estratégia para o dia da posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que poderá contar, dependendo da situação, com reforço no policiamento.

– Estamos levantando a possibilidade de manifestações, nossa inteligência está trabalhando. Se, porventura, houver informações sobre a probabilidade de manifestação, vamos reforçar o policiamento – afirmou.

Territo virou diretor-executivo em junho deste ano. Antes disso, ele atuava como coordenador-geral da Comunicação Institucional da corporação. O comandante interino da PRF também foi superintendente em Minas Gerais e chefiou o Núcleo de Policiamento e Fiscalização, o Núcleo de Inteligência e as delegacias de Poços de Caldas e Pouso Alegre, em Minas Gerais.

SAÍDA DE SILVINEI VASQUES
Silvinei Vasques foi dispensado nesta terça-feira (20) do cargo de diretor-geral, que ele ocupava desde abril de 2021. A portaria que oficializou o desligamento dele da função, assinada pelo ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, foi publicada no Diário Oficial da União (DOU).

O agora ex-diretor-geral virou réu por improbidade administrativa no dia 25 de novembro deste ano, após ser acusado de uso indevido do cargo que ocupava. A decisão foi tomada pelo juiz da 8ª Vara Federal do Rio de Janeiro, José Arthur Diniz Borges. O pedido havia sido feito pelo Ministério Público Federal (MPF) no dia 15 de novembro.

No pedido contra Vasques, o procurador do MPF Eduardo Benones alegou que o uso indevido do cargo teria ocorrido por causa de uma publicação feita pelo então diretor da PRF no Instagram, na qual ele manifestava apoio ao presidente Jair Bolsonaro (PL).

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