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No RJ, deputados do PSL tentam aprovar o “Escola sem Partido”

Pesselistas articulam aprovação de emendas que pode tornar projeto possível no estado

Paulo Moura - 23/04/2021 12h23 | atualizado em 23/04/2021 12h49

Escola Estadual no Rio de Janeiro Foto: Reprodução

A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) vota na próxima terça-feira (27) as emendas apresentadas pela bancada do PSL ao projeto de lei 4.496/2018, que trata da livre expressão de pensamentos e opiniões no ambiente escolar. Segundo parlamentares da legenda, os destaques dos pesselistas podem fazer o RJ adotar o “Escola sem Partido”.

– As escolas devem cumprir o papel de ensinar matérias previstas na grade curricular, jamais propagar ideologias de esquerda que destroem o nosso país. Estamos mobilizados para garantir que a nossas emendas sejam aprovadas, transformando o projeto para estabelecer o Escola Sem Partido – afirma o deputado Charlles Batista, líder do partido na Alerj.

De acordo com o projeto de lei, professores, estudantes e funcionários devem ter assegurados a livre expressão de pensamentos e opiniões no ambiente escolar. Batista propõe que seja proibido o uso de técnicas de manipulação psicológica destinadas a obter a adesão dos alunos a determinada causa.

– O Rio de Janeiro está próximo de ser o primeiro Estado a adotar o programa Escola Sem Partido, mas para isso precisamos muito que as emendas que apresentamos sejam aprovadas. Conto com a ajuda dos cidadãos de bem para que façam contato com seus deputados – pede o líder pesselista.

Deputado estadual Charlles Batista Foto: Divulgação

Com o projeto, todos os personagens do ambiente escolar deverão respeitar a “neutralidade política, ideológica e religiosa do Estado”. Outro ponto levantado pela medida é de que o professor não se aproveite “da audiência cativa dos alunos para promover os seus próprios interesses, opiniões, concepções ou preferências ideológicas”.

– Não podemos permitir que professores sejam liberados para propagar nas salas de aula doutrinações políticas e ideológicas. Precisamos proteger nossas crianças e jovens – finaliza Charlles.

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