Leia também:
X Celulares nas escolas: Entenda o que muda com a proibição

Nikolas sobre Pix: “Se a gente não parar o Lula, ele vai parar o Brasil”

Deputado publicou vídeo criticando medidas do governo Lula

Ana Luiza Menezes - 14/01/2025 16h14 | atualizado em 16/01/2025 15h30

Deputado Nikolas Ferreira Foto: Reprodução/ Print de vídeo redes sociais Nikolas Ferreira

Nesta terça-feira (14), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) publicou um vídeo sobre o monitoramento do Pix, proposto pelo governo do presidente Lula (PT).

Alvo de críticas nos últimos dias, a regulamentação em questão estabelece que as instituições financeiras devem informar à Receita Federal todas as transações financeiras que ultrapassem R$ 5 mil para indivíduos ou R$ 15 mil para empresas em um único mês.

Na gravação desta terça, Nikolas afirmou que “o governo não quer saber como uma pessoa que ganha um salário mínimo faz para sobreviver”.

– O governo quer saber como você ganha R$ 5 mil e paga R$ 10 mil de cartão, mas não quer saber como uma pessoa que ganha um salário mínimo faz para sobreviver pagando luz, moradia, educação, compra do mês e gás – iniciou.

Em seguida, destacou que o Pix não será taxado, mas que ele não duvida que, um dia, possa ser. Segundo o parlamentar, “o amor está custando caro demais”.

Ferreira disse ainda que o governo só está pensando em arrecadar, mas sem oferecer nada.

– Se a gente não parar o Lula, ele vai parar o Brasil.

 

Ver essa foto no Instagram

 

Uma publicação compartilhada por Nikolas Ferreira (@nikolasferreiradm)

Leia também1 PT culpa Haddad por repercussão negativa sobre Pix, diz portal
2 Pix não terá taxa; mira estará em transações que somem R$ 5 mil
3 Governo tenta recalibrar discurso em meio à polêmica do Pix
4 Jair Bolsonaro: "Lula e a covardia com os mais pobres via Pix"
5 Monitoramento de Pix acima de R$ 5 mil: Web faz memes; veja!

Siga-nos nas nossas redes!
WhatsApp
Entre e receba as notícias do dia
Entrar no Canal
Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo
O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.