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Nikolas reage após Senado aprovar inclusão da misoginia na Lei do Racismo

Para o deputado, trata-se de um instrumento subjetivo para silenciar

Ana Luiza Menezes - 25/03/2026 18h11 | atualizado em 25/03/2026 19h02

Nikolas Ferreira Foto: Reprodução/ Print de vídeo Instagram Nikolas Ferreira

Nesta quarta-feira (25), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) usou as redes sociais para se manifestar após o Senado Federal aprovar o Projeto de Lei n° 896/2023, que inclui a misoginia como um dos crimes de preconceito previstos na Lei do Racismo (Lei n° 7.716/1989). O texto, de autoria da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), e que teve como relatora a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), segue agora para análise da Câmara dos Deputados.

Em um vídeo, Nikolas diz que é preciso entender o que é misoginia. Para ele, trata-se de um “instrumento de lei extremamente subjetivo para poder silenciar as outras pessoas”.

– Essa lei que foi aprovada no Senado nunca tratou a respeito de agressão, de homicídio contra mulheres. Até mesmo porque todos esses casos já têm punição. (…) Na prática, o que eles estão querendo com essa criminalização da misoginia não é uma ação concreta contra, por exemplo, estupradores, criminosos, homens que batem em mulher. (…) É um instrumento de lei extremamente subjetivo para poder silenciar as outras pessoas, inclusive, mulheres – afirma o deputado.

Em outra publicação, ele questiona se “rebaixar mulheres” ao termo “pessoas que gestam” também seria considerado misoginia.

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