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Presidente reforça que não houve irregularidades em negociação da Covaxin

Pleno.News - 28/06/2021 12h04 | atualizado em 28/06/2021 13h11

Bolsonaro se defende na polêmica do Caso Covaxin Foto: Alan Santos/PR

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (28) que desconhecia os detalhes sobre o contrato de compra da vacina indiana Covaxin negociado pelo Ministério da Saúde e sustentou que não existem irregularidades no negócio.

– São 22 ministérios. Não tenho como saber o que acontece. Vou na confiança em cima de ministros, e nada fizemos de errado – disse a apoiadores na saída do Palácio da Alvorada.

Bolsonaro foi acusado pelo deputado federal Luis Claudio Miranda (DEM-DF) de ignorar alertas sobre supostas irregularidades no contrato de aquisição do imunizante, como superfaturamento e favorecimento indevido à empresa responsável pela intermediação.

O irmão do parlamentar, Luis Ricardo Miranda, chefe de importação do Departamento de Logística do Ministério da Saúde, é o autor da denúncia. Em depoimento à CPI da Covid, o servidor de carreira da pasta disse ter informado ao presidente o nome das três pessoas que o pressionaram a efetuar a importação da Covaxin.

Segundo relatos, o presidente teria dito que o líder do governo na Câmara, deputado federal Ricardo Barros (PP-PR), seria o responsável pela condução das tratativas de compra da vacina.

Em contra-ataque, o presidente afirmou que integrantes da comissão liberaram recursos por meio de emendas parlamentares para a compra da Covaxin.

– As emendas para a Covaxin vieram deles, do Randolfe, que é o relator, do irmão do Renan e do próprio Omar Aziz. Na época, falaram que tinha que comprar em qualquer momento, independente do preço – disse.

*AE

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