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Na ONU, Jair Bolsonaro exalta manifestações do 7 de Setembro

Presidente fez discurso de abertura na 77ª Assembleia Geral da organização

Thamirys Andrade - 20/09/2022 12h00 | atualizado em 20/09/2022 12h17

Presidente Jair Bolsonaro durante discurso na ONU Foto: EFE/EPA/JASON SZENES

O presidente Jair Bolsonaro (PL) decidiu finalizar seu discurso na 77ª Assembleia Geral da ONU, nesta terça-feira (20), exaltando as manifestações realizadas por seus apoiadores no bicentenário da Independência brasileira deste ano. Diante dos chefes de Estado presentes na reunião, ele afirmou que o ato tratou-se da “maior demonstração cívica da história” do Brasil.

– Neste 7 de Setembro, o Brasil completou 200 anos de história como nação independente. Milhões de brasileiros foram às ruas convocados pelo seu presidente, trajando as cores da nossa bandeira. Foi a maior demonstração cívica da história do nosso país. Um povo que acredita em Deus, pátria, família e liberdade – assinalou.

Antes de concluir seu discurso com tal declaração, o presidente mencionou os feitos de seu governo, fez críticas à corrupção na era petista, e destacou a cooperação do Brasil com os demais países do globo. O chefe do Executivo também tratou de temas como economia, meio ambiente, pandemia, agronegócio, tecnologia, infraestrutura e imigração.

Bolsonaro ainda defendeu pautas conservadoras em relação à família, o direito à vida desde a concepção e a liberdade religiosa, destacando ainda que o Brasil está aberto a receber os padres e freiras que estão sendo alvos de perseguição por parte do regime da Nicarágua.

O chefe do Executivo também lamentou o conflito na Ucrânia e mencionou uma possível “reforma da ONU”.

– Erguemos as Nações Unidas em meio aos escombros da 2ª Guerra Mundial. O que nos motivava naquele momento era a determinação de evitar que se repetisse o ciclo de destruição que marcou a primeira metade do século 20. Até certo ponto, podemos dizer que fomos bem-sucedidos. Mas, hoje, o conflito na Ucrânia serve de alerta. Uma reforma da ONU é essencial para encontrarmos a paz mundial. No caso específico do Conselho de Segurança, após 25 anos de debates, está claro que precisamos buscar soluções inovadoras – defendeu.

Confira o discurso completo:

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