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Na CPI, Randolfe acusa a Brasil Paralelo de ser “aliada do vírus”

Senador insiste na quebra de sigilo bancário da produtora

Monique Mello - 03/08/2021 12h22 | atualizado em 03/08/2021 12h40

Senador Randolfe Rodrigues Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Em seu retorno nesta terça-feira (3), a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 deverá votar sete requerimentos de quebra de sigilo de empresas de notícias. A produtora Brasil Paralelo está entre elas, sendo citada logo no início da sessão pelo vice-presidente da CPI Randolfe Rodrigues, que a chamou de “aliada do vírus”.

– Esta empresa é aliada do vírus. Essa CPI é contra o vírus! A empresa fez campanha contra vacina, contra máscara, contra medidas de prevenção – disse Randolfe.

Originalmente seriam oito empresas. No entanto, o pedido para quebra de sigilo bancário da rádio Jovem Pan foi retirado na manhã desta terça, sendo tratado como um “equívoco” pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL).

No momento, os pedido de quebra de sigilo bancário contemplam: Raul Nascimento dos Santos (Conexão Política); Tarsis de Souza Gomes (Renova Mídia); José Pinheiro Tolentino (Jornal da Cidade Online); Paulo de Oliveira Eneas (Crítica Nacional); LHT HIGGS LTDA, empresa ligada à produtora Brasil Paralelo; e Farol Produções Artísticas LTDA (Senso Incomum).

No último sábado (31), a Brasil Paralelo se manifestou sobre o requerimento. Em vídeo, o cofundador Filipe Valerim afirmou que a empresa “não tem nada a esconder”.

 

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