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Mulher de Guimarães: “Objetivo é destruir a nossa família”

Manuella Guimarães se pronunciou pela primeira vez após denúncias de assédio contra ex-presidente da Caixa

Gabriel Mansur - 04/07/2022 21h16 | atualizado em 05/07/2022 10h23

Pedro e Manuella Guimarães Foto: Reprodução/Instagram

A esposa do ex-presidente da Caixa Econômica Federal Pedro Guimarães, Manuella Guimarães, se pronunciou pela primeira vez desde que as denúncias de assédio sexual e moral contra seu marido veio à tona, no início da última semana. Nesta segunda-feira (4), por meio das redes sociais, ela disse que as acusações feitas por funcionárias do banco têm por objetivo “destruir” a família que eles construíram juntos.

– Sabíamos que na luta pelo Brasil haveria deslealdade, inveja, sordidez e falsidade. Sabíamos que seriam acompanhados de ataques deliberados e impiedosos com objetivo único de destruir nossa família – escreveu.

Manuella ainda disse que vem travando uma “guerra” pelo Brasil. De acordo com ela, essa luta começou em 2014 com seu pai, o empreiteiro Leo Pinheiro, delator do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Operação Lava Jato. Depois, Pinheiro voltou atrás nas acusações ao ex-presidente, pré-candidato a presidente pelo PT na eleição deste ano.

– Para muitos, minha guerra por um Brasil melhor começou em 2019 com o Pedro Presidente da Caixa Econômica Federal. Entretanto, começou em 2014 com o meu pai, Leo Pinheiro. Lutamos armados com a verdade e somos protegidos pela fé – escreveu Manuella Guimarães.

Ela recebeu o apoio da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que respondeu à postagem de Manuella chamando-a de “querida”.

Pedro Guimarães também comentou a postagem da mulher: “Te amo”, disse. Além disso, o ex-presidente da Caixa também compartilhou a publicação da mulher em seu perfil.

 

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Uma publicação compartilhada por Manuella Guimarães (@mpguimaraes)

ENTENDA O CASO
Pedro Guimarães pediu demissão da Caixa na semana passada após se tornarem públicas denúncias de funcionárias do banco que relataram ter sofrido do ex-presidente abordagens que configuram assédio sexual e moral. Ele nega as acusações.

O Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) investigam o caso. O Tribunal de Contas da União (TCU) também abriu processo para apurar a conduta do ex-presidente e os mecanismos de combate e prevenção ao assédio dentro do banco.

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