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MPT pede para Caixa não pagar salário a Pedro Guimarães

Ainda que tenha pedido demissão, Guimarães pode continuar recebendo o salário mensal de R$ 56 mil

Gabriel Mansur - 12/07/2022 16h20 | atualizado em 12/07/2022 17h01

Presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães Foto: Agência Brasil/Valter Campanato

O procurador do Ministério Público do Trabalho (MPT), Paulo Neto, orientou a Caixa Econômica Federal a não pagar mais o salário do ex-presidente Pedro Guimarães, afastado do cargo máximo da estatal desde o dia 29 de junho. A informação é do jornal O Globo.

Pedro foi denunciado por funcionárias do banco por supostamente ter cometido assédio sexual e moral durante sua gestão. A notificação do MPT foi encaminhada à atual presidente da Caixa, Daniella Marques.

Considerando o recebimento de denúncias de prática de assédio sexual pelo ex-Presidente da Caixa Econômica Federal, Sr. PEDRO DUARTE GUIMARÃES, autuada neste MPT como Notícia de Fato, cujo objeto foi posteriormente ampliado para incluir o tema assédio moral. […]Considerando que toda a forma de assédio constitui uma violência psicológica, passível de produzir graves danos à saúde mental e física das trabalhadoras e dos trabalhadores – diz trechos da recomendação.

Ainda que tenha renunciado ao cargo, Guimarães pode continuar recebendo o salário mensal de R$ 56 mil devido à chamada “quarentena para a diretoria”, prevista no estatuto do banco, que estabelece que “seja pago para a pessoa afastada o valor equivalente ao honorário mensal” da função que ocupava no período de quarenten

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