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Movimentos como o MST devem participar da transição de Lula

Movimentos sociais e ONGs devem indicar até 10 nomes para equipe de transição

Paulo Moura - 06/11/2022 10h26 | atualizado em 07/11/2022 13h05

Integrantes do Movimentos dos Trabalhadores Sem Terra fazem protesto Foto: Agência Brasil/José Cruz

Movimentos sociais que possuem uma proximidade histórica com os governos do PT e com o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), devem participar do grupo de transição do petista que atuará nas próximas semanas. A indicação deve acontecer até a próxima terça-feira (8).

A informação foi divulgada pela coluna Blog do Noblat, do site Metrópoles, a partir de informações repassadas pelo coordenador nacional do MST, João Paulo Rodrigues. De acordo com o líder do movimento, das 50 vagas do grupo de transição, o número de escolhidos entre movimentos sociais, centrais e ONGs deve chegar a 10.

– É necessário ter uma representação [no grupo de transição] de toda força que elegeu o Lula e os apoios que chegaram no segundo turno. É transparente, ajuda a identificar os problemas a partir da lógica de cada agrupamento social. É democrático e facilita depois a montagem do governo – disse João Paulo ao Blog do Noblat.

À publicação, o líder do MST afirmou ainda que ele mesmo não deverá participar, mas que o grupo irá indicar nomes técnicos, a exemplo de outras organizações. Rodrigues também aproveitou para fazer ataques ao governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) e disse que a atual administração teria deixado uma “herança maldita”.

– Óbvio que todos sabem que quem vai para o grupo de transição, necessariamente não vai para o governo. Mas você ter acesso às informações da famosa herança maldita que o Bolsonaro deixou para nós irá facilitar o entendimento do que cobrar, como ajudar e até do que criticar no próximo governo Lula – completou.

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