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Moraes ordena prisão preventiva para 11 suspeitos de vandalismo

Detenções eram temporárias e estavam prestes a expirar

Thamirys Andrade - 06/01/2023 18h04 | atualizado em 06/01/2023 18h57

Brasília viveu noite de caos com fogo em carros e ônibus Foto: EFE/ANDRÉ BORGES

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu converter para preventivas as prisões dos manifestantes acusados de vandalismo em Brasília. Dessa forma, as detenções seguirão sem prazo para terminar. Até então, elas eram temporárias e finalizariam nesta sexta-feira (6).

Os 11 alvos são acusados de cometer atos de depredações e tentativa de invasão à sede da Polícia Federal (PF) no último dia 12 de dezembro, durante atos contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a prisão do líder indígena José Acácio Serere Xavante. Até o momento, sete deles estão foragidos, e quatro foram detidos.

Entre os acusados que foram interceptados pela polícia estão Átila Melo, Joel Pires Santana, Klio Hirano e Samuel Barbosa Cavalcante. Já os que ainda não foram localizados são Ricardo Aoyama, Alan Diego dos Santos, Silvana Luizinha da Silva, Helielton dos Santos, Walace Batista da Silva, Wenia Morais Silva e Wellington Macedo.

As manifestações ocorreram após Moraes determinar a detenção do líder indígena José Acácio Serere Xavante, acusado de participar e insuflar “manifestações antidemocráticas”.

Serere segue preso, embora tenha expressado “arrependimento” e dirigido pedidos de desculpas ao magistrado e a Lula, em radical mudança de opinião.

Relembre cenas das depredações em Brasília ocorridas no dia 12 de dezembro:

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