Leia também:
X Jordy pede que Lindbergh seja investigado por emendas ao MST

Moraes mantém prisão domiciliar de Bolsonaro e amplia restrições

Decisão foi publicada nesta sexta-feira

Kleber Pizão - 17/07/2026 20h46 | atualizado em 21/07/2026 19h09

Bolsonaro chegando em casa após receber alta Foto: EFE/Andre Borges

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu pela manutenção da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nesta sexta-feira (17). O magistrado, no entanto, alterou algumas restrições.

Moraes suspendeu visitas de qualquer natureza, exceto as médicas, fisioterapêuticas e jurídicas, pelos próximos 30 dias. Além dos profissionais de saúde e advogados, ninguém poderá encontrar o ex-presidente, nem mesmo familiares.

O ministro também vetou, até o fim das eleições de outubro, qualquer visita com finalidade político-partidária e manifestações neste sentido por parte do político conservador, como a carta lida por Flávio Bolsonaro nos últimos dias.

O magistrado chamou de “contraditória” a justificativa apresentada pela defesa de Jair Bolsonaro de que ele não sabia sobre a divulgação do manuscrito, endossando a pré-candidatura de Flávio à Presidência da República.

De acordo com Moraes, houve claro descumprimento das medidas cautelares pertinentes ao regime domiciliar imposto.

— Na presente hipótese, houve flagrante descumprimento da medida cautelar por Jair Bolsonaro com sua participação ativa na preparação do “material pré-fabricado” para posterior divulgação nas redes sociais de seu filho — afirmou.

Leia também1 Secretária dos EUA acusa Brasil de práticas comerciais injustas
2 Veja o que diz a nota da Perícia Forense sobre a bebê Helena
3 MP arquiva caso de modelo dos EUA achada morta em hotel de SP
4 EUA: Trump quer revogação de licença da ABC e da NBC
5 O que se sabe sobre morte de bebê de 10 meses asfixiada

Siga-nos nas nossas redes!
WhatsApp
Entre e receba as notícias do dia
Entrar no Canal
Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo
O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.